
Data: 15-08-2009
A Assembleia Nacional da Venezuela aprovou ontem uma polémica nova Lei Orgânica da Educação, ignorando protestos de jornalistas, pais, professores, estudantes e políticos.Os 56 artigos da Lei foram aprovados por uma maioria parlamentar composta por simpatizantes do presidente Hugo Chávez depois de 10 horas de debate. No centro da contestação que a nova lei suscitou está um artigo que estabelece sanções, como encerramento de colégios e o afastamento de docentes e donos de escolas que violem as novas normas, e prevê a suspensão da actividade de meios de comunicação social que produzam "terror" nas crianças.
Sistema socialista-marxista
A lei agora aprovada obriga os meios de comunicação social públicos e privados a conceder espaços às instituições educativas e proíbe acções que incitem ao ódio e à propaganda nas escolas.A nova legislação prevê igualmente a obrigatoriedade da educação laica nas escolas e as funções do Estado venezuelano como docente.O período educativo escolar venezuelano passou a ser de 200 dias úteis ao ano, com 60 dias de férias durante os quais as instituições educativas têm a missão de programar tarefas de ocupação de tempos livres.Os simpatizantes do regime do presidente Hugo Chávez argumentam que a nova lei permite democratizar a educação na Venezuela. Os opositores denunciam que alguns artigos remetem para normas não estabelecidas e o facto de a nova lei proibir que instituições públicas e privadas apoiem economicamente as escolas.
Fonte: Diário de Notícias da Madeira - www.dnoticias.pt / foto: tirada do diario Correio da Cidadania-Brasil edición 303.
O sistema socialista-marxista faz cumprir os seus ideiais e doutrinas políticos praticado a imposição e autoritarismo, inspirados nas linhas orientadoras do comunismo - cujo objectivo principal é a criação de uma sociedade sem classes e sem Estado, abolição completa da propriedade provada e controle dos meios de produção, etc.
Infelizmente estes ideiais estão cada vez mais a apoderarem-se de toda a sociedade venezuelana completamente sem limites, deixando todos os organismos, assim como, a população em geral sobre pressão e sem liberdade pessoal e social. Característica esta, quase inaceitável em pleno século XXI.
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